O Política de Quintal é um espaço de informação e debate sobre temas que impactam o cotidiano das pessoas. Com linguagem acessível e olhar crítico, conecta a realidade local aos cenários mais amplos da política, economia e sociedade. Valoriza a participação popular e a consciência cidadã. Debates locais, impactos globais — a política começa em casa.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Acredite se quizer! Mais mentiras pela frente!
Do Jornal:O Estado de S. Paulo - 24/04/2012
Estratégia foi adotada pela campanha para rebater críticas de que ele é um veterano
“Inovação é o nome da nossa gestão”, disse o ex-governador José Serra (PSDB) em conversa com líderes comunitários da Lapa, zona oeste da capital, na quinta-feira. Na disputa pela Prefeitura, o tucano vai se apresentar como um administrador moderno para fazer frente às críticas dos adversários, que tentam lhe impor a imagem de político antigo. Aliados apontam o caminho: querem que Serra enfatize um discurso pautado por propostas de gestão eficiente, redução da burocracia e informatização de serviços públicos. Sua equipe teme que o pré-candidato, mergulhado na vida pública há quase 50 anos e conhecido por 99% da população, pareça um político sem novas ideias ao lado dos “iniciantes” Fernando Haddad (PT) e Gabriel Chalita (PMDB). A marca de inovador será um dos motes da fala de Serra na propaganda do PSDB paulista na TV, que vai ao ar a partir de sexta-feira. O tucano gravou sua participação anteontem. O antídoto também começou a ser aplicado nas conversas do candidato com os cidadãos. Ao defender seu legado à frente da Prefeitura e do governo do Estado, Serra tem destacado projetos que conside-ra ousados – como a expansão da Marginal do Tietê – e marcas criadas por ele – como a Virada Cultural. “Modéstia à parte, se vocês olharem o que a gente fez, a quantidade de inovação é imensa – e vamos continuar nessa direção”, disse aos eleitores.Leia mais
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
OPINIÃO
Tirar subsídios dos pensamentos da sociedade e aproveitar daquilo que seja comum. Acrescentar a ideologia e transformá-la em ações divulgando-as, defendendo-as, colocando-a como uma meta, mesmo que seja utópica, mas acreditando na sua eficácia para transformação da sociedade. Isso é formar opinião.
Escutar uma opinião, aceitar sem discuti-la, ou mesmo aceitá-la com troca material, que transforma minoria da sociedade é falta de senso político, é individualismo. Um Estado só é forte quando a sociedade participa cobra seus direitos, e onde a transformação seja plena. Comecemos nos organizar politicamente dentro de nossa família, partindo para nosso condomínio, nossa comunidade, nosso bairro, nosso município, nosso Estado e nosso país. Porque Nosso? Porque eles são simplesmente nossos, porque os mantemos.
Wilson Guimarães Junior
Escutar uma opinião, aceitar sem discuti-la, ou mesmo aceitá-la com troca material, que transforma minoria da sociedade é falta de senso político, é individualismo. Um Estado só é forte quando a sociedade participa cobra seus direitos, e onde a transformação seja plena. Comecemos nos organizar politicamente dentro de nossa família, partindo para nosso condomínio, nossa comunidade, nosso bairro, nosso município, nosso Estado e nosso país. Porque Nosso? Porque eles são simplesmente nossos, porque os mantemos.
Wilson Guimarães Junior
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
FILHA DO DEPUTADO JOSÉ CANDIDO DISCURSA NA ALESP EM HOMENAGEM
Adriana CandidoPrimeiramente, gostaria de agradecer a presença dos que vieram à Casa para a homenagem ao nosso pai, o deputado estadual José de Sousa Candido, aos fieis assessores que o acompanharam nesta jornada de 37 dias, à equipe médica, de enfermagem e de todos os outros envolvidos da Santa Casa de Misericórdia de Suzano, os quais cuidaram de todos os procedimentos com a maior competência, ética e profissionalismo, como também à equipe médica, de enfermagem e demais profissionais envolvidos em seus cuidados no Hospital Sírio Libanês.
Quero agradecer também a todos os que prestaram homenagens, orações e carinho, tanto em seu processo hospitalar quanto em seu funeral. Gostaria também de agradecer aos deputados e todas as lideranças políticas presentes nesta homenagem.
Falar de José Candido é falar de luta, de solidariedade, de fidelidade aos que confiaram nele. É falar da preservação do meio ambiente. É falar de direitos humanos e de proteção aos necessitados. É celebrar a vida. O poder nunca, nunca, nunca foi o alvo deste homem, mas a possibilidade de amparar e garantir efetivamente que os direitos das pessoas prevalecessem. Lutando por justiça para todos, José Candido imprimiu sua marca com sabedoria, equilíbrio, fé, inteligência e sensatez. Jamais almejou o poder. O que queria era ser a voz de um povo que nem sempre tem voz, nem vez. Um povo muitas vezes usado como massa de manobra somente em anos eleitorais e que depois é esquecido. Para Candido, não. Para ele, este povo merece respeito. São eles " os eleitores e eleitoras das urnas do Brasil " que permitiram que ele chegasse até aqui por meio do voto. Todas as pessoas têm direito a moradia digna, salário justo, saúde, educação, lazer, e só podem alcançar tudo isso se houver compromisso por parte dos que foram eleitos. E ele fez muito bem a sua parte. Vaidade, holofotes, caprichos, jamais. O que importava para ele era ver que a justiça e a paz estavam sendo feitas.
A sabedoria deste homem era tamanha que até seus adversários políticos o chamam de mestre, e um legado como o dele, meus caros, jamais poderá ser esquecido. Meu mestre está morto. Mas só o seu corpo, pois sua história, seus ideais, sua luta, isso continua. Não permitamos que os que desejaram sua derrota prevaleçam. Seu nome era Luta e seu sobrenome Justiça. Façamos com que Candido se orgulhe de um dia ter sido deputado mostrando para todos que seus soldados continuam a postos. Que aqueles que o traíram sejam sepultados politicamente, e que os que o amaram verdadeiramente sejam amparados pelo grande amor que ele teve pela humanidade. "Se dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria", era o que dizia.
Portanto, meus caros, figuras como Candido, o marido, o pai, o avô, o amigo, o político, raros podem ser. E por isso, é digno da glória, honra e homenagem. Muito embora, para alguns, ele, negro, pobre, sem estudos, fosse um desaforo, para ele, era um desafio.
Em nome de minha mãe, Laura Lourenço Candido, que por 47 anos teve o privilégio de conviver com esse ser humano ímpar, singular, sempre a seu lado como um ponto de equilíbrio, afeto, segurança, e que soube como ninguém criar seus filhos, biológicos e adotados do coração, ao mesmo tempo em que ele a teve como um presente de Deus, agradeço esta homenagem.
Em nome de meu querido e honrado irmão Marcelo de Sousa Candido, prefeito da cidade de Suzano que, por motivo de cansaço não pode comparecer, em nome de meus queridos e honrados irmãos Alairton, José Márcio, Marcos Antônio, Eduardo e Alberto, em memória, que ficaram cuidando de nossa mãe diante de tanta dor e sofrimento pelos quais ela passou, os amados netos Renata, Pedro, Mario, Clara, Eloisa e Carlos Eduardo, suas noras, seu genro, familiares e sobrinhos, e em meu nome, Adriana de Sousa Candido Salvio, agradeço por tudo e peço que honrem as cadeiras de deputado como ele sempre honrou.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
DEPUTADO JOSÉ CANDIDO

José Candido... exemplo a ser seguido com os ensinamentos que nos legou, suas preocupações transformados em projeto, defensor do meio ambiente, da intolerância religiosa, da igualdade racial, do direito à vida.
Determinado na suas convicções voltadas aos menos favorecidos.
Com sua simplicidade nos inspirava nas soluções dos problemas mais adversos.
Um homem que não parava para pensar, mas falava pensando.
Aprendemos no seu sorriso e até mesmo nas suas gargalhadas, e que gargalhadas!
Muito me orgulho, e agradeço a Deus, pela oportunidade de estar ao seu lado durante estes últimos anos, de participar de sua história, de aprender com a sua experiência.
Muito obrigado “Paizão” José Candido meu, nosso eterno Deputado símbolo do nosso socialismo, não utópico mas concreto.
Wilson Guimarães Junior
sábado, 7 de janeiro de 2012
As virtudes éticas como "humano meio entre os extremos"

Nós, somos principalmente razão, mas não apenas razão. Com efeito, em nosso ser "há algo estranho à razão". Mais precisamente: nossa parte biológica não participa em nada da razão, ao passo que nossa faculdade de desejo e apetites, tanto naturais como culturais, participa de alguma forma dela, enquanto a escuta e a obedece ou a complementa.
Neste sentido, o domínio desta parte de nosso ser e sua capacidade de dialogar ou submeter-se aos ditames da razão é a "virtude ética", a virtude do comportamento prático.
Esse tipo de virtude se adquire pela experiência política no dia a dia do trabalho, da vida em família, nas atividades de construção do conhecimento e na consolidação de nossos hábitos.
A virtude é propriedade de sujeitos, homens e mulheres, e nós a aprofundamos e a adquirimos, também pela repetição e inculturação em nosso ser dos valores da sociedade na qual vivemos.
Uma criança vai amar mais quando adulta, quanto mais em sua fase infantil, perceber e receber mais amor. Um tocador de cítara vai dominar as valiosas e infinitas notas deste instrumento, quanto mais, nele, investir seu tempo e esforço de repetição. Um militante político vai ser mais ou menos comprometido, quanto mais claro perceber as virtudes humanas que devem nele serem desenvolvidas e aprofundadas, neste caso específico, a disciplina, o comprometimento, a humildade, a busca por conhecimento, o respeito, a responsabilidade, a internacionalização e universalização das ações de construção coletiva da luta.
Dito isto, é necessário romper de modo definitivo com a deformação protofacista daqueles que querem suzanificar o projeto político na cidade de Suzano.
Uma cidade, que faz a experiência de um Governo Popular, obrigatoriamente torna-se uma unidade importante na construção de todo um país e de toda uma civilização. Trazer como pedra fundamental de sua atitude e formulação o bairrismo e http://www.blogger.com/img/blank.gifo paroquialismo, denota uma atitude medíocre, corrupta e anti democrática.
Para revermos esta deformação todos nós teremos muito trabalho e seremos exigidos, todos, há um grande esforço de recuperação de nossa capacidade em fortalechttp://www.blogger.com/img/blank.gifer as virtudes humanas, fundamentadas na ética, para religarmos os extremos. Reorganizar os pressupostos de uma sociedade para todos, demanda, inclusive, uma ousada tarefa de libertar os imbecis suzanificadores, deles próprios.
--
Rosenil Barros Orfão
55 11 9955 2963
www.ppplebeu.blogspot.com
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
A USP deve ter autonomia, sim!
publicado em 31/10/2011
Por Lincoln Secco
Fonte Vi o Mundo, em 20/10/2011
Não é comum ver livros como armas. Enquanto no dia 27 de outubro de 2011 a imprensa mostrou os alunos da FFLCH da USP como um bando de usuários de drogas em defesa de seus privilégios, nós outros assistimos jovens indignados, mochila nas costas e livros empunhados contra policiais atônitos, armados e sem identificação, num claro gesto de indisciplina perante a lei. Vários alunos gritavam: “Isto aqui é um livro!”.
Curioso que a geração das redes sociais virtuais apresente esta capacidade radical de usar novos e velhos meios para recusar a violação de nossos direitos. No momento em que o conhecimento mais é ameaçado, os livros velhos de papel, encadernados, carimbados pela nossa biblioteca são erguidos contra o arbítrio.
Os policiais que passaram o dia todo da última quinta feira revistando alunos na biblioteca e nos pátios, poderiam ter observado no prédio de História e Geografia vários cartazes gigantes dependurados. Eram palavras de ordem. Algumas vetustas. Outras “impossíveis”. Muitas indignadas. E várias poéticas… É assim uma universidade.
A violação da nossa autonomia tem sido justificada pela necessidade de segurança e a imagem da FFLCH manchada pela ação deliberada dos seus inimigos. A Unidade que mais atende os alunos da USP, dotada de cursos bem avaliados até pelos duvidosos critérios de produtividade atuais, é uma massa desordenada de concreto com salas superlotadas e realmente inseguras. Mas ainda assim é a nossa Faculdade!
É inaceitável que um espaço dedicado à reflexão, ao trabalho, à política, às artes e também à recreação de seus jovens estudantes seja ameaçado pela força policial. Uma Universidade tem o dever de levar sua análise crítica ao limite porque é a única que pode fazê-lo. Seus equívocos devem ser corrigidos por ela mesma. Se ela é incapaz disso, não é mais uma universidade.
A USP não está fora da cidade e do país que a sustenta. Precisa sim de um plano de segurança próprio como outras instituições têm. Afinal, ninguém ousaria dizer que os congressistas de Brasília têm privilégios por não serem abordados e revistados por Policiais. A USP conta com entidades estudantis, sindicatos e núcleos que estudam a intolerância, a violência e a própria polícia.
Ela deve ter autonomia, sim. Quando Florestan Fernandes foi preso em 1964, ele escreveu uma carta ao Coronel que presidia seu inquérito policial militar explicando-lhe que a maior virtude do militar é a disciplina e a do intelectual é o espírito crítico… Que alguns militares ainda não o saibam, é compreensível. Que dirigentes universitários o ignorem, é desesperador.
*Lincoln Secco é professor livre-docente de História Contemporânea da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. O autor também é membro do Conselho Editorial da revista Perseu e colaborador da revista Teoria e Debate
Por Lincoln Secco
Fonte Vi o Mundo, em 20/10/2011
Não é comum ver livros como armas. Enquanto no dia 27 de outubro de 2011 a imprensa mostrou os alunos da FFLCH da USP como um bando de usuários de drogas em defesa de seus privilégios, nós outros assistimos jovens indignados, mochila nas costas e livros empunhados contra policiais atônitos, armados e sem identificação, num claro gesto de indisciplina perante a lei. Vários alunos gritavam: “Isto aqui é um livro!”.
Curioso que a geração das redes sociais virtuais apresente esta capacidade radical de usar novos e velhos meios para recusar a violação de nossos direitos. No momento em que o conhecimento mais é ameaçado, os livros velhos de papel, encadernados, carimbados pela nossa biblioteca são erguidos contra o arbítrio.
Os policiais que passaram o dia todo da última quinta feira revistando alunos na biblioteca e nos pátios, poderiam ter observado no prédio de História e Geografia vários cartazes gigantes dependurados. Eram palavras de ordem. Algumas vetustas. Outras “impossíveis”. Muitas indignadas. E várias poéticas… É assim uma universidade.
A violação da nossa autonomia tem sido justificada pela necessidade de segurança e a imagem da FFLCH manchada pela ação deliberada dos seus inimigos. A Unidade que mais atende os alunos da USP, dotada de cursos bem avaliados até pelos duvidosos critérios de produtividade atuais, é uma massa desordenada de concreto com salas superlotadas e realmente inseguras. Mas ainda assim é a nossa Faculdade!
É inaceitável que um espaço dedicado à reflexão, ao trabalho, à política, às artes e também à recreação de seus jovens estudantes seja ameaçado pela força policial. Uma Universidade tem o dever de levar sua análise crítica ao limite porque é a única que pode fazê-lo. Seus equívocos devem ser corrigidos por ela mesma. Se ela é incapaz disso, não é mais uma universidade.
A USP não está fora da cidade e do país que a sustenta. Precisa sim de um plano de segurança próprio como outras instituições têm. Afinal, ninguém ousaria dizer que os congressistas de Brasília têm privilégios por não serem abordados e revistados por Policiais. A USP conta com entidades estudantis, sindicatos e núcleos que estudam a intolerância, a violência e a própria polícia.
Ela deve ter autonomia, sim. Quando Florestan Fernandes foi preso em 1964, ele escreveu uma carta ao Coronel que presidia seu inquérito policial militar explicando-lhe que a maior virtude do militar é a disciplina e a do intelectual é o espírito crítico… Que alguns militares ainda não o saibam, é compreensível. Que dirigentes universitários o ignorem, é desesperador.
*Lincoln Secco é professor livre-docente de História Contemporânea da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. O autor também é membro do Conselho Editorial da revista Perseu e colaborador da revista Teoria e Debate
quinta-feira, 2 de junho de 2011
PICADEIRO DA GREVE
Mais uma vez a população de São Paulo sai às ruas com uma bolinha vermelha no nariz, mas não é de frio!
Já não bastasse o aumento abusivo da tarifa do transporte coletivo, imposto pelos nossos governantes, tarifa essa paga por um transporte de péssima qualidade podendo ser comparado com caminhões boiadeiros e comboios de boi. Chega nesses ultimos dois dias a paralisação dos funcionários da CPTM e das empresas de ônibus do grande ABC. deixando vários usuários sem opções de chegarem aos seus locais de trabalho, de apresentar-se às suas consultas médicas (que custaram a marcar) e de freqüentarem suas escolas e universidades ou seja deixaram de cumprir com seus compromissos.
Até quando temos que suportar esse descaso??
Acorda população!!!
Vamos deixar de comodismo, achar que tudo vai bem, aceitar ferro e pagar por ouro. Chega de hipocrisia, o troco tem que ser dado nas urnas.
Já não bastasse o aumento abusivo da tarifa do transporte coletivo, imposto pelos nossos governantes, tarifa essa paga por um transporte de péssima qualidade podendo ser comparado com caminhões boiadeiros e comboios de boi. Chega nesses ultimos dois dias a paralisação dos funcionários da CPTM e das empresas de ônibus do grande ABC. deixando vários usuários sem opções de chegarem aos seus locais de trabalho, de apresentar-se às suas consultas médicas (que custaram a marcar) e de freqüentarem suas escolas e universidades ou seja deixaram de cumprir com seus compromissos.
Até quando temos que suportar esse descaso??
Acorda população!!!
Vamos deixar de comodismo, achar que tudo vai bem, aceitar ferro e pagar por ouro. Chega de hipocrisia, o troco tem que ser dado nas urnas.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Vaidade!!!!
Aonde vai a vaidade e a cobiça, de parte de um grupo se enfraquecendo e dispersando, fazendo com que se esqueçam tudo que foi construído até então, com dedicação e luta.
A partilha pode ser maior, quando se alcança um objetivo dentro de um projeto com um grupo coeso. Porem parte se esquecem que a soma de esforços são necessários para que isso aconteça, principalmente quando o projeto faz parte de uma disputa de poder numa região. Debater idéias dentro do grupo e necessário para o seu fortalecimento, mas “rachar “ o grupo, desistir de um projeto para iniciar um novo processo, é um disparate, é regressão, é abrir as portas para um outro grupo tirano que arrasou com as políticas sociais da região.
A partilha pode ser maior, quando se alcança um objetivo dentro de um projeto com um grupo coeso. Porem parte se esquecem que a soma de esforços são necessários para que isso aconteça, principalmente quando o projeto faz parte de uma disputa de poder numa região. Debater idéias dentro do grupo e necessário para o seu fortalecimento, mas “rachar “ o grupo, desistir de um projeto para iniciar um novo processo, é um disparate, é regressão, é abrir as portas para um outro grupo tirano que arrasou com as políticas sociais da região.
por Wilson Guimarães Junior
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Caos em Sampa!!!!

A cidade de São Paulo parou.
É impressionante como a mídia subserviente, rapidamente, procurou justificar o caos, apresentando os dados pluviométricos.
Realmente, o problema crônico das enchentes está longe de ser resolvido pois está correlacionado ao crescimento vertiginoso e desordenado da cidade, à ausência de uma política habitacional de baixa renda e, também, à falta de manutenção adequada.
Mas para seguir a mesma postura da mídia, em outras ocasiões, o responsável é o escorregadio e gelatinoso CAOSSAB
É impressionante como a mídia subserviente, rapidamente, procurou justificar o caos, apresentando os dados pluviométricos.
Realmente, o problema crônico das enchentes está longe de ser resolvido pois está correlacionado ao crescimento vertiginoso e desordenado da cidade, à ausência de uma política habitacional de baixa renda e, também, à falta de manutenção adequada.
Mas para seguir a mesma postura da mídia, em outras ocasiões, o responsável é o escorregadio e gelatinoso CAOSSAB

Email de Alair Molina
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